domingo, 6 de dezembro de 2009

Ninguém acreditava. Ninguém imaginou que poderia ser possível. E, ainda assim, quebramos as barreiras de toda e qualquer imaginação. Fomos capazes de mudar as coisas. Onde não me podias ver, nem tocar, neste dia abraçaste-me, trocas-te mais que palavras ou sorrisos comigo. Desta me a mão e eu senti a tua felicidade, tão semelhante á minha. Quando te vi ao fundo com o telemóvel na mão pensei “Bem, é agora!”. Era mesmo. Realidade e pura verdade. Não consigo, torna-se uma missão impossível poder descrever com palavras tudo o que me passou na cabeça, mas acima de tudo no coração.
A tua presença, junto a mim, parece que não mas muda tudo. Tudo na minha realidade muda. Tudo o que existe no meu campo gravitacional ganha um novo sentido. Um sentido diferente. Como é bom. Como é fantástico ter-te comigo. Como seria bom e fantástico viver contigo. Ia te buscar para ir-mos para a escola, e gozar com a tua cara de sono. Saber que se espirrar, estas lá para me dizer “santinho”. Ver a tua cara sempre que abres algo que te mandei. Eu sinto tal alegria dentro de mim. Não consigo fazer sair tudo sob a forma de palavras. Se te tivesse aqui abraçava-te (depois de te meter no degrau de cima).Estou agora no autocarro. A voltar, a regressas, a afastar-me. Cada segundo é mais distância entre nós as duas. A cada segundo sinto um punhal espetado nas costas. Mas carago, foi fantástico. Foi… já não sei o que escrever. Amo-te gaja boua da minha vida. Vida? Sim, já não é a mesma. Tu mudas-te tanta coisa. A tua presença na minha vida fez me uma pessoa melhor. Como? Não sei explicar, mas sinto-me bem, sinto-me concretizada quando te faço sorrir. É o que eu sei fazer melhor. É algo de que me orgulho. Sou, sem dúvida, mais feliz. Porque vieste e contigo veio uma mudança para melhor.
Não consigo. Acabei de ficar sem bateria. Vou acabar este texto por aqui e talvez falar contigo por mensagens pelo cell da Patrícia ou dormir, não sei.
O que sei eu?
Amo-te

Padfoot

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