sábado, 28 de novembro de 2009

Outro dia cheguei mais cedo do treino. Quando cheguei á paragem do Metro estava 15 minutos adiantada, e o telemóvel por carregar, não podia ligar a ninguém que pensava ainda estar a meio da viagem. Chovia. Mas torrencialmente. As gotas de chuva eram grandes e gordas. E o quispo para a chuva? Exacto, tinha-me esquecido dele em casa. Corri até á paragem de autocarro que me abrigasse mais próxima. A chuva acalmou um bocado, comecei a correr. Poucos foram os segundos que demoraram á chuva grande e gorda para voltar. Não podia voltar para trás. Poder até podia, mas para quê? Continuei a correr o máximo que conseguia. Já não sabia se era suor ou chuva a escorrer pela minha cara. O mais certo era ser uma mistura dos dois.
Parecia que tinha acabado de mergulhar no oceano com a roupa que tinha vestida. Com cuidado, descia a rua, sempre a correr, esperando não escorregar (fui perdendo o equilíbrio de vez em quando).
Tudo isto eu passo por aquilo que gosto.


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