quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Mete lá o colar e está calada!





("deste-me confiança para nao precisar de o ouvir todos os dias")




<3
Quando algo que nos é muito querido nos começa a escorregar por entre os nossos próprios dedos, a sensação que nos invade é quase de desespero. É quase de desamparo total.
Quando alguém de quem gostamos muito muitas vezes não está aqui, mesmo aqui, as coisas podem se tornar um bocado escuras. Podemos até mesmo perder o rumo, e deixar de ver o caminho.
Mas as coisas não precisam de ser assim.
Porquê?
Porque eu ainda sou forte o suficiente para não deixar que isso aconteça. Para não ter nada a escorregar por entre os dedos. Tento cada vez mais fazer do querer, poder.
Quero jogar que fode, vou jogar.
Quero voar, não morro sem o fazer.
Quero viver ao teu lado, vou viver ao teu lado.
Quero, posso!
Porra, é preciso ter um objectivo e determinação.
Vou jogar à brava, nem que para isso tenha de passar tardes inteiras a fazer passe e manchete contra a parede.
Vou voar, nem que tenha de cair milhentas vezes com a cara no chão.
Vou viver ao teu lado, nem que tenha de jogar mil e uma vezes no euro-milhões para ter tudo a meu favor.

Custe o que custar, estou aqui a exclamar que posso, se assim quiser.
É esta a postura que sempre procurei, mas tão difícil tem sido de encontrar!

(desculpa) [M]

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

ok, não sei o que dizer.
O Natal passou, o ano novo vem ai e eu com treinos bi-diários.

Eu não acho que escreva bem. Não acho que desenhe bem, e olhando para mim reduzo me á minha insignificancia e digo todos os dias que tenho muito que treinar para poder me orgulhar de mim. As notas já saíram, e para o que eu estudei, os resultados foram aceitáveis.

Eu por momentos pensei que estas férias iam ser um descanso merecido. Pensei, e enganei me redondamente. Desde que começaram, o meu desgaste físico foi quase equivalente ao desgaste psicológico. Eu treinei e treinei nestes últimos tempos. É volei de manhã à noite.
e ainda assim o meu desgaste psicológico avançava também. Com tantas coisas. Medo de meter a pata na poça (dizer coisas que me arrependo), pensar na minha humilde carreira de atleta, pensar na minha equipa, pensar nas milhentas pessoas com quem deveria estar, depois as prendas po Natal, as cenas de gente que adora fazer dramas e me tiram a paciência.
Eu não costumo explodir. Eu não costumo arrebentar e ficar sem paciência para nada.
Eu costumo aguentar as coisas, e dormir e no dia seguinte, POFF, ta tudo na maior.
Mas agora, eu acordo e o que me vale e que eu adoro é os escassos segundos de ignorância total em que desconhecemos onde estamos, o que vamos fazer, e até em que mundo vivemos.
Abençoados segundinhos do dia em que nada me preocupa.
Então ai eu levanto me. Sinto as dores nas costas, e penso, e a cabeça fica logo nesse instante a ser bombardeada com tudo o que é chatices, zangas, injustiças, brincas...
Eu quero mudar isto. Quero mesmo por tudo direito, mas não acho que seja forte o suficiente para tal. É muita coisa. Muito para uma só pessoa?
Onde posso eu mudar o mundo sendo apenas uma para milhares de bilhares e triliões de problemas?
Não aguento ver isto tudo a passar se e não fazer nada. Mas tudo o que eu faço parece que o mundo fica todo contra mim..

Se calhar...
"Se calhar o mundo está errado, e eu estou certo"

As vezes sabe bem vir para aqui, e deixar sair. Sabe..
As vezes é bom desligar. Viajar longe.
Tudo o que eu escrevi aposto que está um bocado descoordenado e as ideias podem estar um bocado confusas mas o que eu precisava dizer, ficou.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Fogo, ás vezes é tão difícil.
Nestes últimos dias a minha cabeça tem andado sempre ocupada com pensamentos e raciocínios confusos. Complicados e ao mesmo tempo tão simples.
Desde influencias a saudades.
Desde revolta a procura da diferença.
Parece uma salada russa tudo misturado e com tostas mistas ao barulho. Isto faz sentido?
O que se passa na minha cabeça também não.
Que conclusões posso eu tirar?
Que isto é uma fase? (espero que sim, e ao mesmo tempo não quero que seja em alguns aspectos)
Que tenho de procurar o que é certo e errado, por muito difícil que pareça? (muito difícil mesmo)

Há alturas em que me apetece desaparecer. Talvez pegar numa pessoa com quem raramente estou e leva la comigo. Fugir daqui, de todos estes pensamentos, destas parvoíces da idade.
Há alturas em que nada faz sentido, e todo o meu raciocínio parece mais misturado que um cocktail.

Mas ainda assim, há anjos. E alguns não têm asas.
Isto é o significado de amigos no meu vocabulário. Porque mesmo estando confusa, me aclaram as ideias. Tornam-se excelentes ouvintes dos meus dilemas, dizem me opiniões, pensam no meu bem estar primeiro, preocupam-se, e amam me.
Por tudo isto eu agradeço. Por tudo isto eu não os deixo, nem os largo. Mesmo que a vida os comece a arrancar, eu vou agarra los com todas as minhas forças, e vou ganhar!

(Sim, estão a bater ao mesmo tempo*)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Hoje estou com vontade de fazer uma coisa diferente.
Quero desenhar nuvens de todas as cores.
Escrever com o capacete enfiado na cabeça.
Dizer "HEY, BORA A ALGO ANORMAL?"

Sim, eu tento fazer disto o meu dia a dia.
Nada acontece duas vezes da mesma maneira, já dizia o sábio.
E eu quanto maior for essa diferença melhor. Porque o que é sempre o mesmo cansa, perde o interesse. Eu? Quero mesmo é correr que nem uma tolinha pela marginal toda.
Quero jogar Xadrez com um macaco, e atirar-lhe o tabuleiro á cabeça, depois de ele me espetar com uma casca de banana no meio dos olhos.
Quero ser original, e não repetir tudo o que já se disse e já se fez.
Quero mesmo cair de um skate e voltar para cima dele. Quero tocar piano, e não saber como acabar a musica. Passar horas, e arranjar uma maneira super simples de o fazer.
Quero não complicar tudo o que os outros vêm como um bicho de sete cabeças e dizer "afinal não era assim tão complicado"
Quero calçar os patins e jogar hóquei com vassouras e uma bola de futebol velha, no pátio de minha casa com os meus irmãos.
Quero ser conhecida como aquela que era diferente. Fixe, parva, burra, inteligente, isso não me interessa.
Quero ser diferente.

Porque nada é igual a mim!

domingo, 6 de dezembro de 2009

Ninguém acreditava. Ninguém imaginou que poderia ser possível. E, ainda assim, quebramos as barreiras de toda e qualquer imaginação. Fomos capazes de mudar as coisas. Onde não me podias ver, nem tocar, neste dia abraçaste-me, trocas-te mais que palavras ou sorrisos comigo. Desta me a mão e eu senti a tua felicidade, tão semelhante á minha. Quando te vi ao fundo com o telemóvel na mão pensei “Bem, é agora!”. Era mesmo. Realidade e pura verdade. Não consigo, torna-se uma missão impossível poder descrever com palavras tudo o que me passou na cabeça, mas acima de tudo no coração.
A tua presença, junto a mim, parece que não mas muda tudo. Tudo na minha realidade muda. Tudo o que existe no meu campo gravitacional ganha um novo sentido. Um sentido diferente. Como é bom. Como é fantástico ter-te comigo. Como seria bom e fantástico viver contigo. Ia te buscar para ir-mos para a escola, e gozar com a tua cara de sono. Saber que se espirrar, estas lá para me dizer “santinho”. Ver a tua cara sempre que abres algo que te mandei. Eu sinto tal alegria dentro de mim. Não consigo fazer sair tudo sob a forma de palavras. Se te tivesse aqui abraçava-te (depois de te meter no degrau de cima).Estou agora no autocarro. A voltar, a regressas, a afastar-me. Cada segundo é mais distância entre nós as duas. A cada segundo sinto um punhal espetado nas costas. Mas carago, foi fantástico. Foi… já não sei o que escrever. Amo-te gaja boua da minha vida. Vida? Sim, já não é a mesma. Tu mudas-te tanta coisa. A tua presença na minha vida fez me uma pessoa melhor. Como? Não sei explicar, mas sinto-me bem, sinto-me concretizada quando te faço sorrir. É o que eu sei fazer melhor. É algo de que me orgulho. Sou, sem dúvida, mais feliz. Porque vieste e contigo veio uma mudança para melhor.
Não consigo. Acabei de ficar sem bateria. Vou acabar este texto por aqui e talvez falar contigo por mensagens pelo cell da Patrícia ou dormir, não sei.
O que sei eu?
Amo-te

Padfoot

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Sempre disse que queria ser criança para sempre...
Mas nunca ninguém me dá ouvidos -.-



Ser curiosa.
Não se preocupar com as consequências.
Fazer o que gosta.
Comer e dormir.
Ser criativa.
Não me cortarem a imaginação.
Voar com uma toalha, enquanto digo que sou um super herói.
Fazer buracos na areia da praia e dizer que vou cavar até à china.
Acordar ás 7h da manha para ir ver os desenhos animados.
Brincar na lama e na terra com o cão e fazer birra para não entrar na banheira.
Roubar o biberão ao irmão mais novo quando a mãe foi á cozinha buscar um guardanapo, porque os manos pequeninos sujam tudo, nunca sou eu.
Desenhar as minhas maozinhas num pano. (não sei para que serve, mas a mama fica muito contente e com os olhos brilhantes a olhar para aquilo)
Ouvir o avô contar as histórias, e comer bolachas daquelas boas que só há na casa dele.
Ir a casa da avó brincar com os primos.
Andar com os joelhos esfolados, e passar a vida a rir das palhaçadas dos meus primos mais velhos.
Chorar que tenho frio quando acabo de sair da banheira enrolada numa toalha.
Ir dormir na cama do papa e da mae quando tenho sonhos maus.
Entrar numa caixa de cartão e fingir que é uma nave espacial.
Fazer concursos de quem encontra a concha mais bonita na praia.
Fazer corridas com o papa e ganhar sempre, porque ele é um batoteiro.

Pensando bem, acho que pouca coisa mudou (ir pa cama dos pais quando tenho pesadelos, isso mudou xD)




Padfoot

domingo, 29 de novembro de 2009

Há uma coisa...
Ok, há mais que uma. Mas há uma especial.
Perfeita? talvez..
Única? Sem dúvida!
Anda comigo ao pescoço. Mas que raio?
e eu terei uma palheta. (alguém esta a perceber alguma coisa?)

Isto é só nosso. Acho que é praticamente impossível mais alguém perceber.
Ainda assim, tão perfeito que é, há sempre alguma coisa.
Algo no meio. Sou eu? Não, são mesmo carradas de km e km.
Queria que o tempo parasse. Queria te ver. Queria dizer uma palermice qualquer para te rires. Queria ter um par de asas para ir ter contigo. Queria que fosses minha vizinha se não tivesse as asas. Queria ser da mesma turma que tu para te mandar bocadinhos da ultima folha do caderno com anedotas para te rires no meio da aula e eu gozar contigo. Queria que me visses a jogar. Queria te ouvir a tocar guitarra ao vivo e a cores. Queria falar horas e horas contigo de olhos fechados e saber que me ouves e te posso dar chapadas quando começasses a adormecer.
Tudo isto, e coisas que já nem consigo numerar que já pensei em fazer contigo no dia a dia.
Pode ser azeiteiro, pode parecer parvo, mas fazes falta.
Chega a uma altura em que já não sei o que te dizer... Como poderei saber, se não te consigo olhar nos teus verdadeiros olhos? Mas ainda assim adormeces agarrada a mim, e eu a ouvir a tua voz na minha cabeça..
Mesmo não te vendo, quando me vejo, sei onde estás. Encontrei algo que está sempre. E agora sinto me forte e sou algo que nunca pensei ser. E lá estas tu.



MARYYYYYYYYYYYYYYYYYY
Quando estamos satisfeitos, e vencemos sobre seja o que for, algo nos invade que nos torna melhor por dentro. Algo que não se soube explicar até ao momento. Este sentimento é algo que nos faz sentir mais do que humanos. Mais do que mortais.
Imortalidade...
Um dos maiores desejos desde o nascimento da humanidade.
Muitos procuram. Outros simplesmente sonham com isso.
Não que seja muito importante, mas eu serei imortal. Eu já tenho a vida eterna.
Porque aceitei.
Ouvi e , pensando pela minha cabeça, que o amor Dele foi maior que tudo. Foi maior que universo que Ele criou para nós. Há muito tempo, ainda ninguém estava aqui. Tudo muito bem feito e tudo para nós.
Foi apenas isso? Não. O Seu amor não tem fim.
Quando nos viu sem esperança, sem qualquer fuga para todos os erros, enviou o próprio filho.
Dar um filho amado é algo que ninguém neste mundo faria. Mas Ele... Ele deu-o, para morrer por os nossos erros. Não, não foi uma morte qualquer. O próprio Jesus, aquele que nasceu ausente de pecado, e foi enviado como salvador, morreu ao lado de criminosos. Não morreu na cruz por dor nas mão ou nos pés por ter sido pregado. Morreu por asfixia. O facto de Ele estar como estava não o deixava respirar. Uma morte horrível.
(achas que isto não te interessa? continua a ler, nem que seja por curiosidade...)
Ele passou por tudo isto, e por muitas mais aflições durante toda a sua vida para quê?
Eu digo-te.
Foi por ti!
Alguém te amou mais que tudo e deu o seu único filho para morrer por ti!
Que amor é este? Eu sei. Eu tenho este amor dentro de mim, e é fantástico. É melhor que tudo, e faz me sorrir sempre.
Mesmo quando caio, mesmo quando me magoo, eu digo "Meu Deus, como Tu me amas"
Que amigo eu encontrei. Mais próximo que um irmão.
Jesus é o meu melhor amigo.
Goza comigo, ri o que quiseres.
Mas isto? Isto é demasiado grande, demasiado majestoso para não ser conhecido.
Queres conhecer este Salvador que te ama, e te conhece melhor que tu próprio? Ainda não eras nascido já Deus sabia a cor dos teus olhos, quantos cabelos tens, tudo sem errar.
Ele conhece-te e quer que tu o conheças.
Deus ama-te como mais ninguém o faz.

Glória ao Deus dos Deuses e Rei dos Reis.
Glória ao Deus dos exércitos.
Ao meu Melhor Amigo!


sábado, 28 de novembro de 2009

Outro dia cheguei mais cedo do treino. Quando cheguei á paragem do Metro estava 15 minutos adiantada, e o telemóvel por carregar, não podia ligar a ninguém que pensava ainda estar a meio da viagem. Chovia. Mas torrencialmente. As gotas de chuva eram grandes e gordas. E o quispo para a chuva? Exacto, tinha-me esquecido dele em casa. Corri até á paragem de autocarro que me abrigasse mais próxima. A chuva acalmou um bocado, comecei a correr. Poucos foram os segundos que demoraram á chuva grande e gorda para voltar. Não podia voltar para trás. Poder até podia, mas para quê? Continuei a correr o máximo que conseguia. Já não sabia se era suor ou chuva a escorrer pela minha cara. O mais certo era ser uma mistura dos dois.
Parecia que tinha acabado de mergulhar no oceano com a roupa que tinha vestida. Com cuidado, descia a rua, sempre a correr, esperando não escorregar (fui perdendo o equilíbrio de vez em quando).
Tudo isto eu passo por aquilo que gosto.


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Era uma vez...
Era? Foi? Antes...

Uma miúda. Rapariga pequenina, a inocência em pessoa. Era feliz. Tinha uma família extraordinária. Irmãos, primos, tios e tias. Pais e avós.
Mas alguém. Especial? Sem duvida...
Era o seu primo preferido! Brincavam juntos a tudo, jogavam á bola os dois, e faziam todos os filmes precisos para irem dormir a casa um do outro, sempre sempre.
A miúda adorava o seu primo. Era o seu melhor amigo. Era capaz de pedir de joelhos e de lágrimas nos olhos aos pais para irem a casa da tia e do tio lanchar aos domingos.
Mas... (tem de haver sempre um "mas" pelos vistos)
O tempo parou? Era tudo muito mais simples se assim fosse. Mas (outra vez...) a vida não é assim tão simples.
A criança foi crescendo. Anormalmente, não era como as outras crianças. Era particularmente inocente. Para ela, as piores coisas no mundo, eram comer 2 pacotes de batatas fritas no mesmo dia (só para conseguir um tazo dos pokémon's extra) e ficar acordada depois das 10h da noite.
Mudou-se para um pouco mais longe, e não via o primo com tanta frequência.
As vezes em que o via, eram poucas. O facto de ser inocente não implica falta de inteligência.
Ela conseguia ver. Não lhe passava ao lado que o primo, ao contrario dela, mudava radicalmente enquanto crescia.
Estava diferente. As suas conversas, as suas brincadeiras. Onde estava o primo que ela adorava?
Os anos continuaram a seguir. Eles foram se falando cada vez menos, chegando ao cúmulo de apenas se verem no Natal ou na passagem de ano.

Agora que a criança cresceu, apenas pensa (desistiu de desejar) "Quem me dera que o tempo tivesse parado".
Padfoot

Não sorris? Não és feliz?
Desculpa, mas deixa me que te diga que és um(a) grande Artolas.
Eu não faço mais nada. Eu? Acho que é o que sei fazer melhor. Se houvesse um emprego só para se sorrir, já estava a estudar para isso.
Queres saber um segredo? Um truque?
Ouve Jesus*



With all I'm holding inside
With all my hopes and desires
And all the dreams that I've dreamt

With all I'm hoping to be
And all that the world will bring
And all that fails to compare

You say You want all of me
I wouldnt have it any other way

I've got a Saviour and He's living in me
WHOA

I wana know
I wana know You today

And You're the best thing that has happened to me
And the world will never take
The world will never take You away









Mesmo estando na aula teórica de educação física, não deixo nunca de pensar noutras coisas que não tem nada a ver com o assunto. Agora? Ia a correr para Lisboa. Agora? Pegava numa bola de volei, mesmo estando toda arrebentada do treino de ontem.
Agora? Uma colega minha acabou de me tirar uma sapatilha e estou de "meia-ao-léu" no pé esquerdo. (pronto, já me calcei)
Agora? Era capaz de fazer tanta coisa. Era capaz de fazer o que não estou a fazer de mil maneiras diferentes. (Im)possiveis e imaginárias.
Adoro realmente os meus phones. Consigo apagar de tudo quando os ponho.
What else? Adoro isto. Mesmo estando no bufete da escola, consigo estar noutro lugar.
Como?
Faço sem saber, mas ainda hei de conseguir uma formula matemática para isso.
Quem sabe, me chamem de novo Einstein. (mas acho que no fundo não ia querer isso)

Padfoot