domingo, 29 de novembro de 2009

Há uma coisa...
Ok, há mais que uma. Mas há uma especial.
Perfeita? talvez..
Única? Sem dúvida!
Anda comigo ao pescoço. Mas que raio?
e eu terei uma palheta. (alguém esta a perceber alguma coisa?)

Isto é só nosso. Acho que é praticamente impossível mais alguém perceber.
Ainda assim, tão perfeito que é, há sempre alguma coisa.
Algo no meio. Sou eu? Não, são mesmo carradas de km e km.
Queria que o tempo parasse. Queria te ver. Queria dizer uma palermice qualquer para te rires. Queria ter um par de asas para ir ter contigo. Queria que fosses minha vizinha se não tivesse as asas. Queria ser da mesma turma que tu para te mandar bocadinhos da ultima folha do caderno com anedotas para te rires no meio da aula e eu gozar contigo. Queria que me visses a jogar. Queria te ouvir a tocar guitarra ao vivo e a cores. Queria falar horas e horas contigo de olhos fechados e saber que me ouves e te posso dar chapadas quando começasses a adormecer.
Tudo isto, e coisas que já nem consigo numerar que já pensei em fazer contigo no dia a dia.
Pode ser azeiteiro, pode parecer parvo, mas fazes falta.
Chega a uma altura em que já não sei o que te dizer... Como poderei saber, se não te consigo olhar nos teus verdadeiros olhos? Mas ainda assim adormeces agarrada a mim, e eu a ouvir a tua voz na minha cabeça..
Mesmo não te vendo, quando me vejo, sei onde estás. Encontrei algo que está sempre. E agora sinto me forte e sou algo que nunca pensei ser. E lá estas tu.



MARYYYYYYYYYYYYYYYYYY
Quando estamos satisfeitos, e vencemos sobre seja o que for, algo nos invade que nos torna melhor por dentro. Algo que não se soube explicar até ao momento. Este sentimento é algo que nos faz sentir mais do que humanos. Mais do que mortais.
Imortalidade...
Um dos maiores desejos desde o nascimento da humanidade.
Muitos procuram. Outros simplesmente sonham com isso.
Não que seja muito importante, mas eu serei imortal. Eu já tenho a vida eterna.
Porque aceitei.
Ouvi e , pensando pela minha cabeça, que o amor Dele foi maior que tudo. Foi maior que universo que Ele criou para nós. Há muito tempo, ainda ninguém estava aqui. Tudo muito bem feito e tudo para nós.
Foi apenas isso? Não. O Seu amor não tem fim.
Quando nos viu sem esperança, sem qualquer fuga para todos os erros, enviou o próprio filho.
Dar um filho amado é algo que ninguém neste mundo faria. Mas Ele... Ele deu-o, para morrer por os nossos erros. Não, não foi uma morte qualquer. O próprio Jesus, aquele que nasceu ausente de pecado, e foi enviado como salvador, morreu ao lado de criminosos. Não morreu na cruz por dor nas mão ou nos pés por ter sido pregado. Morreu por asfixia. O facto de Ele estar como estava não o deixava respirar. Uma morte horrível.
(achas que isto não te interessa? continua a ler, nem que seja por curiosidade...)
Ele passou por tudo isto, e por muitas mais aflições durante toda a sua vida para quê?
Eu digo-te.
Foi por ti!
Alguém te amou mais que tudo e deu o seu único filho para morrer por ti!
Que amor é este? Eu sei. Eu tenho este amor dentro de mim, e é fantástico. É melhor que tudo, e faz me sorrir sempre.
Mesmo quando caio, mesmo quando me magoo, eu digo "Meu Deus, como Tu me amas"
Que amigo eu encontrei. Mais próximo que um irmão.
Jesus é o meu melhor amigo.
Goza comigo, ri o que quiseres.
Mas isto? Isto é demasiado grande, demasiado majestoso para não ser conhecido.
Queres conhecer este Salvador que te ama, e te conhece melhor que tu próprio? Ainda não eras nascido já Deus sabia a cor dos teus olhos, quantos cabelos tens, tudo sem errar.
Ele conhece-te e quer que tu o conheças.
Deus ama-te como mais ninguém o faz.

Glória ao Deus dos Deuses e Rei dos Reis.
Glória ao Deus dos exércitos.
Ao meu Melhor Amigo!


sábado, 28 de novembro de 2009

Outro dia cheguei mais cedo do treino. Quando cheguei á paragem do Metro estava 15 minutos adiantada, e o telemóvel por carregar, não podia ligar a ninguém que pensava ainda estar a meio da viagem. Chovia. Mas torrencialmente. As gotas de chuva eram grandes e gordas. E o quispo para a chuva? Exacto, tinha-me esquecido dele em casa. Corri até á paragem de autocarro que me abrigasse mais próxima. A chuva acalmou um bocado, comecei a correr. Poucos foram os segundos que demoraram á chuva grande e gorda para voltar. Não podia voltar para trás. Poder até podia, mas para quê? Continuei a correr o máximo que conseguia. Já não sabia se era suor ou chuva a escorrer pela minha cara. O mais certo era ser uma mistura dos dois.
Parecia que tinha acabado de mergulhar no oceano com a roupa que tinha vestida. Com cuidado, descia a rua, sempre a correr, esperando não escorregar (fui perdendo o equilíbrio de vez em quando).
Tudo isto eu passo por aquilo que gosto.


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Era uma vez...
Era? Foi? Antes...

Uma miúda. Rapariga pequenina, a inocência em pessoa. Era feliz. Tinha uma família extraordinária. Irmãos, primos, tios e tias. Pais e avós.
Mas alguém. Especial? Sem duvida...
Era o seu primo preferido! Brincavam juntos a tudo, jogavam á bola os dois, e faziam todos os filmes precisos para irem dormir a casa um do outro, sempre sempre.
A miúda adorava o seu primo. Era o seu melhor amigo. Era capaz de pedir de joelhos e de lágrimas nos olhos aos pais para irem a casa da tia e do tio lanchar aos domingos.
Mas... (tem de haver sempre um "mas" pelos vistos)
O tempo parou? Era tudo muito mais simples se assim fosse. Mas (outra vez...) a vida não é assim tão simples.
A criança foi crescendo. Anormalmente, não era como as outras crianças. Era particularmente inocente. Para ela, as piores coisas no mundo, eram comer 2 pacotes de batatas fritas no mesmo dia (só para conseguir um tazo dos pokémon's extra) e ficar acordada depois das 10h da noite.
Mudou-se para um pouco mais longe, e não via o primo com tanta frequência.
As vezes em que o via, eram poucas. O facto de ser inocente não implica falta de inteligência.
Ela conseguia ver. Não lhe passava ao lado que o primo, ao contrario dela, mudava radicalmente enquanto crescia.
Estava diferente. As suas conversas, as suas brincadeiras. Onde estava o primo que ela adorava?
Os anos continuaram a seguir. Eles foram se falando cada vez menos, chegando ao cúmulo de apenas se verem no Natal ou na passagem de ano.

Agora que a criança cresceu, apenas pensa (desistiu de desejar) "Quem me dera que o tempo tivesse parado".
Padfoot

Não sorris? Não és feliz?
Desculpa, mas deixa me que te diga que és um(a) grande Artolas.
Eu não faço mais nada. Eu? Acho que é o que sei fazer melhor. Se houvesse um emprego só para se sorrir, já estava a estudar para isso.
Queres saber um segredo? Um truque?
Ouve Jesus*



With all I'm holding inside
With all my hopes and desires
And all the dreams that I've dreamt

With all I'm hoping to be
And all that the world will bring
And all that fails to compare

You say You want all of me
I wouldnt have it any other way

I've got a Saviour and He's living in me
WHOA

I wana know
I wana know You today

And You're the best thing that has happened to me
And the world will never take
The world will never take You away









Mesmo estando na aula teórica de educação física, não deixo nunca de pensar noutras coisas que não tem nada a ver com o assunto. Agora? Ia a correr para Lisboa. Agora? Pegava numa bola de volei, mesmo estando toda arrebentada do treino de ontem.
Agora? Uma colega minha acabou de me tirar uma sapatilha e estou de "meia-ao-léu" no pé esquerdo. (pronto, já me calcei)
Agora? Era capaz de fazer tanta coisa. Era capaz de fazer o que não estou a fazer de mil maneiras diferentes. (Im)possiveis e imaginárias.
Adoro realmente os meus phones. Consigo apagar de tudo quando os ponho.
What else? Adoro isto. Mesmo estando no bufete da escola, consigo estar noutro lugar.
Como?
Faço sem saber, mas ainda hei de conseguir uma formula matemática para isso.
Quem sabe, me chamem de novo Einstein. (mas acho que no fundo não ia querer isso)

Padfoot